A seleção brasileira sub-17 feminina avançou às quartas de final da Copa do Mundo ao vencer a Polônia nos pênaltis (8 a 7) após empate em 3 a 3 no tempo regulamentar, na partida disputada em Rabat, Marrocos, nesta quarta‑feira (28). O confronto, marcado por duas viradas de placar, manteve viva a esperança da Amarelinha de conquistar um título inédito.

Primeiro tempo: início promissor para o Brasil

As brasileiras abriram o placar aos 10 minutos, quando Helena fez um passe para Greise Kelly, que finalizou com precisão. Dez minutos depois, Greise quase ampliou ao receber cruzamento e chutar rente à trave. A Polônia reagiu aos 33 minutos com Galuszka, que marcou de fora da área, mas a bola desviou na defesa brasileira e acabou encobrindo a goleira Nathy.

Dois minutos depois, a Polônia virou o jogo com Sofia Gamonal lançando para Burzan, que marcou de cabeça. O primeiro tempo terminou 2 a 1 para as polonesas.

Segundo tempo: empate e nova virada

Logo aos seis minutos da segunda etapa, o Brasil empatou quando Greise Kelly deu assistência para Marcelinha marcar. Aos 27 minutos, Greise Kelly voltou a marcar, mas a bola acabou para Pepê, que anotou o primeiro gol da partida. A Polônia respondeu aos 37 minutos com Zofia Burzan, que converteu após longo lançamento.

O placar ficou 3 a 3 ao final do tempo regulamentar, levando a decisão para a série de pênaltis.

Definição nos pênaltis: Nathy garante a vitória

Na primeira cobrança, Indy converteu para o Brasil. A goleira Nathy defendeu o primeiro pênalti polonês. O Brasil liderou 4 a 3 até que Helena chutou para fora na quinta cobrança. Grewling empatou para a Polônia, 4 a 4.

Nas cobranças subsequentes, Gigi, Isa Rech, Iasmin Queiroz e Sofia Gamonal marcaram para o Brasil. A Polônia também converteu, mas na oitava cobrança Nathy defendeu o chute de Galuszka, selando a vitória por 8 a 7.

Próximo desafio

Nas quartas de final, o Brasil enfrentará o vencedor do duelo entre China e França, previsto para quinta‑feira (29) às 12h (horário de Brasília). A equipe busca repetir o melhor desempenho histórico, alcançado na edição anterior, quando terminou em quarto lugar.