A presidente do México celebra vitória de Lula

Claudia Sheinbaum entrou no salão de sua coletiva diária na segunda‑feira (26) e fez o L com as mãos, símbolo da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva. Ela declarou que a reeleição representa um “sopro de esperança” para a América Latina e o Caribe.

"Estamos felizes, muito contentes pela vitória de Lula em Brasil. Muitas e muitas felicidades ao presidente Lula e ao povo do Brasil. É um sopro de esperança para a América Latina e o Caribe", afirmou Sheinbaum.

Destaques:

  • Gestos de apoio de líderes internacionais à vitória de Lula
  • Sheinbaum usa símbolo “L” em coletiva
  • Reeleição de Lula reforça presença de esquerda na América do Sul

Reação de líderes mundiais

Diversos chefes de Estado enviaram mensagens de parabéns. O presidente da Rússia, Dmitry Peskov, saudou a vitória e elogiou os esforços bilaterais entre Moscou e Brasília.

Emmanuel Macron parabeniza Lula.
Emmanuel Macron parabeniza Lula. — Foto: Reprodução/X

O primeiro‑ministro da Espanha, Pedro Sánchez, descreveu a vitória como “uma grande vitória para Lula” e indicou que a tendência progressista se estenderá à Europa.

Pedro Sánchez parabeniza Lula.
Pedro Sánchez parabeniza Lula. — Foto: Reprodução/X

O porta‑voz chinês Guo Jiakun informou que Pequim tomou conhecimento da vitória e está “disposta a trabalhar com o Brasil para continuar avançando na construção de uma comunidade de futuro compartilhado”.

Apoio da Europa e da Ásia

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, felicitou Lula, ressaltando que a democracia e o multilateralismo venceram no Brasil e que a parceria com a Europa continuará a florescer.

Ursula von der Leyen parabeniza Lula
Ursula von der Leyen parabeniza Lula — Foto: Reprodução/X

Na Ásia, o primeiro‑ministro da Índia, Narendra Modi, enviou felicitações, destacando a “Parceria Estratégica Índia‑Brasil” e o compromisso de aprofundar a cooperação em múltiplos setores.

Contexto regional

A vitória de Lula representa um revés para a direita, que havia conquistado as últimas cinco eleições presidenciais na América do Sul. O Brasil permanece como um dos poucos países do continente com governo de esquerda.

Outros líderes — dos Estados Unidos, Argentina, Canadá, Chile, Paraguai, Bolívia e Ucrânia — também enviaram mensagens de apoio, reforçando laços bilaterais e a cooperação em áreas como comércio, meio ambiente e segurança regional.