A Prefeitura de Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, divulgou neste sábado (31) o primeiro caso de mpox no município, segundo comunicado da Secretaria Municipal de Saúde nas redes sociais.
Destaques:
- Primeiro caso de mpox confirmado em Confins
- Secretaria Municipal de Saúde divulgou a informação
- Estado registra 33 casos em 2026
A doença, causada pelo vírus Monkeypox, se transmite principalmente por contato direto com lesões, secreções ou fluidos corporais de pessoas infectadas. A administração municipal ainda não revelou detalhes sobre o paciente diagnosticado.
Histórico de casos em Minas Gerais
A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) informou que, até 2026, foram confirmados 33 casos de mpox no estado. O pico de registros ocorreu em 2022, com 610 casos. A maioria dos casos foi identificada entre homens e pessoas de 15 a 34 anos.
Características do vírus e monitoramento
A variante circulante em Minas Gerais pertence ao clado II, subclado IIb, o mesmo responsável pelo surto global iniciado em 2022. A SES-MG mantém monitoramento permanente e registra casos esporádicos e controlados.
Sintomas, prevenção e tratamento
Os principais sintomas incluem inchaço dos gânglios linfáticos e lesões cutâneas que podem aparecer como manchas, bolhas ou feridas em rosto, mãos, pés, boca e áreas genitais ou anais. A orientação é que pessoas com suspeita procurem uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e informem possíveis contatos.
A transmissão ocorre principalmente pelo contato direto, mas também pode acontecer via objetos contaminados, como roupas e toalhas, ou por secreções respiratórias. As autoridades recomendam evitar contato físico próximo com lesões suspeitas, não compartilhar objetos pessoais e higienizar as mãos com água e sabão ou álcool em gel.
Pacientes suspeitos ou confirmados devem permanecer em isolamento até o fim do período de transmissão. O tratamento consiste em cuidados clínicos para aliviar sintomas e prevenir complicações, sendo a maioria dos casos leves ou moderados.
Vacinação prioritária
A vacinação contra mpox é direcionada a grupos de maior risco, como pessoas vivendo com HIV/AIDS, imunossuprimidos, profissionais de laboratório em biossegurança nível 2 e indivíduos que tiveram contato direto com fluidos de casos suspeitos, conforme critérios da SES-MG.