O FBI anunciou que atribuiu a autoria de um ataque hacker a agentes da Coreia do Norte, que teria transferido R$ 34 bilhões em criptomoedas para carteiras controladas pelo regime.

"A investigação aponta claramente a participação de atores norte‑coreanos no roubo de bilhões em ativos digitais", afirmou o porta‑voz do FBI.

O caso, revelado nesta sexta‑feira, levanta preocupações sobre a vulnerabilidade de exchanges e plataformas de negociação diante de ameaças patrocinadas por Estados.

Repercussão nos mercados

Após a divulgação, as ações de grandes empresas de tecnologia registraram queda, refletindo o temor de que a inteligência artificial possa facilitar novos ataques cibernéticos.

Analistas apontam que o volume de criptomoedas movimentado no crime supera o de várias fusões corporativas recentes, destacando a escala do incidente.

Respostas institucionais

O governo dos Estados Unidos ainda não detalhou medidas concretas, mas o Departamento de Segurança Interna informou que está avaliando sanções econômicas contra a Coreia do Norte.

Paralelamente, o Congresso debate propostas para reforçar a regulação do mercado de criptoativos, visando impedir futuras infiltrações.

Outros destaques do dia

  • Willer Tomaz possui outras cinco casas em ilhas, além da disputa com o jogador Richarlison.
  • O ex‑senador Marco Rubio afirmou que o governo Trump "não se envolveu diretamente" na fuga do empresário Flávio.
  • Discussões sobre a possibilidade de Flávio enfrentar processos nos EUA caso os democratas vençam as próximas eleições.
  • Dois partidos ainda não reconhecem o resultado das urnas, alimentando um rachão na direita que pode influenciar estratégias eleitorais.
  • No Alasca, a presença de candidatos com o mesmo nome tem gerado irritação ao ex‑presidente Donald Trump.
  • A Chilli Beans entrou com pedido de recuperação extrajudicial.
  • Alunos de Medicina foram expulsos após ataques a bolsistas e manifestações de ideologia nazista em um programa de rádio universitário.

Perspectivas

Especialistas alertam que a combinação de ciberataques patrocinados por Estados e a crescente adoção de criptoativos pode exigir uma revisão urgente das políticas de segurança digital global.