Flávio Bolsonaro declara guerra ao crime organizado e apresenta propostas sociais
Flávio Bolsonaro, senador e candidato à Presidência pelo PL, declarou nesta sexta‑feira (9) que pretende declara guerra ao crime organizado ao lado do deputado estadual Douglas Ruas (PL‑RJ), recém‑eleito governador do Rio de Janeiro. O discurso ocorreu na Ilha Itanhangá, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, durante um evento que reuniu apoiadores e políticos.
Alvo de grupos criminosos e críticas ao PT
Flávio Bolsonaro afirmou que narcoterroristas de organizações como Comando Vermelho, PCC e milícias atuam em todo o país, inclusive no Rio e em São Paulo. Ele também qualificou como “boataria do PT” a alegação de que privatizaria a Petrobras.
“Aos narcoterroristas de Comando Vermelho, PCC e milícias que estão aqui no Rio, estão em São Paulo, estão em todo o Brasil”.
Debate sobre subsídios ao diesel e incentivos governamentais
O candidato criticou a política de subsídios ao preço do diesel, que tem subido devido à guerra no Irã, e alertou que o fim dos incentivos poderia elevar o preço logo após as eleições. O governo, porém, prorrogou os subsídios por mais 30 dias.
Apoio político e alianças
Flávio Bolsonaro agradeceu o apoio do candidato derrotado à Presidência, Augusto Cury (Avante), e informou que está em negociação com outros partidos para ampliar a base de apoio.
Defesa dos programas sociais
O senador garantiu que manterá os programas sociais e rebateu notícias falsas que circulam sobre a suposta extinção do Bolsa Família.
“Há várias mentiras circulando. Uma delas é que eu acabaria com o Bolsa Família. Isso é mentira”, declarou.
Ele descreveu o programa como focado nos mais vulneráveis, com ações de capacitação e qualificação, e o chamou de “o maior programa de mobilidade social que esse Brasil já viu”.
Propostas para saúde e empreendedorismo
Flávio Bolsonaro prometeu melhorar o Farmácia Popular, entregando medicamentos em domicílio e enviando avisos por celular sobre o horário da medicação. Também anunciou incentivos ao empreendedorismo feminino, redução de impostos e financiamento barato, afirmando que a economia de seu governo seria “baseada na produtividade”.
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