A campanha do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) comunicou nesta terça‑feira (13) que enviará ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma "complementação" de dados sobre seus canais digitais.
"Faremos um complemento ao TSE informando o endereço eletrônico do canal de WhatsApp 'Tropa do Flávio'", afirmou a equipe de campanha.
Destaques:
- Envio de complementação ao TSE sobre canal digital
- Campanha de Flávio Bolsonaro solicita regularização
- Próximo passo: comunicação do endereço do WhatsApp "Tropa do Flávio"
A medida surge após a disputa judicial envolvendo o canal de WhatsApp "Exército do Lula", que foi registrado pela campanha petista após determinação do presidente do TSE, Nunes Marques. O registro permite que o canal seja retomado após 48 horas. O canal, administrado pelo deputado André Janones (Rede‑MG), conta com mais de 4 milhões de inscritos.
A equipe de Flávio Bolsonaro declarou que todos os sites, perfis e canais obrigatórios já haviam sido comunicados ao TSE. Contudo, para evitar dúvidas sobre o cumprimento das normas eleitorais, a campanha optou por enviar um complemento específico sobre o canal "Tropa do Flávio", que reúne um milhão de inscritos e é descrito como espaço de engajamento voluntário de eleitores.
Questionamento sobre canais digitais
A controvérsia sobre o "Exército do Lula" evidencia a atenção do TSE às ferramentas de mobilização online no segundo turno das eleições. A decisão de registrar o canal foi tomada para garantir a transparência e a observância das regras eleitorais.
Estratégia da campanha de Flávio Bolsonaro
Ao enviar a complementação, a campanha busca demonstrar conformidade com a legislação e afastar possíveis questionamentos futuros. O foco está no canal "Tropa do Flávio", que tem papel central na estratégia de engajamento da candidatura.
Próximos passos
O TSE analisará a complementação enviada e determinará se há necessidade de novas providências. Enquanto isso, a campanha de Flávio Bolsonaro mantém a comunicação de seus canais digitais dentro dos parâmetros exigidos pela Justiça Eleitoral.