A operação foi conduzida por agentes federais na manhã de 12 de outubro de 2026, na residência da deputada democrata Maria Silva, representando o distrito de Nova York. Segundo o relatório oficial, a ação visava coletar documentos relacionados a uma investigação em curso.

"Essa operação representa uma clara tentativa de intimidar opositores políticos", afirmou Maria Silva em entrevista coletiva.

A equipe de segurança da deputada relatou que agentes entraram na casa sem aviso prévio, o que gerou protestos de apoiadores que se reuniram nas proximidades. A deputada descreveu o episódio como "intimidação" e prometeu levar o caso ao Congresso.

Reação no Congresso

Líderes democratas no Congresso condenaram a medida, alegando que a ação viola princípios constitucionais. O presidente da Câmara, James Carter, declarou que abrirá uma comissão para investigar o caso.

Declarações da Casa Branca

Um porta-voz da Casa Branca, John Whitaker, informou que a operação seguiu protocolos legais e que não há indícios de abuso de poder. "Todas as ações foram realizadas dentro da lei", disse.

Próximos passos

A deputada Maria Silva informou que apresentará uma moção de censura contra o governo e solicitará audiência no Comitê de Supervisão da Casa.

  • Acompanhe as próximas sessões do Congresso para atualizações sobre a moção.
  • Monitoramento de reações de organizações de direitos civis.
  • Expectativa de possíveis ações judiciais.