Os economistas Robert E. Hall e Michael Woodford foram anunciados como vencedores do Nobel de Economia 2026 pela Academia Real das Ciências da Suécia nesta segunda‑feira (12). O prêmio reconhece seus estudos sobre os fundamentos microeconômicos da estabilização macroeconômica.
Histórico recente do prêmio
O Nobel de Economia, oficialmente "Prêmio do Banco da Suécia em Ciências Econômicas em memória de Alfred Nobel", foi criado em 1968 e concedido pela primeira vez em 1969. Desde então, a lista de laureados inclui nomes como Paul R. Milgrom, Robert B. Wilson (2020) e Abhijit Banerjee, Esther Duflo e Michael Kremer (2019).
Vencedores anteriores
Nos últimos anos, o prêmio reconheceu pesquisas sobre inovação, desigualdade e mercado de trabalho:
- 2025: Joel Mokyr, Philippe Aghion e Peter Howitt – crescimento econômico impulsionado pela inovação.
- 2024: Daron Acemoglu, Simon Johnson e James A. Robinson – diferenças na prosperidade das nações.
- 2023: Claudia Goldin – estudos sobre mulheres no mercado de trabalho.
Contexto e críticas ao prêmio
Embora seja o mais prestigioso reconhecimento para economistas, o Nobel de Economia não faz parte dos cinco prêmios originais estabelecidos por Alfred Nobel. Alguns críticos o rotulam de "falso Nobel", argumentando que favorece economistas ortodoxos e liberais.
"O prêmio de Economia, oficialmente chamado de 'Prêmio do Banco da Suécia em Ciências Econômicas em memória de Alfred Nobel', foi criado em 1968 e concedido pela primeira vez em 1969.", afirmou a Academia Real das Ciências da Suécia.
Próximos passos
O Nobel de Economia 2026 é o último da temporada; os prêmios de Medicina, Física, Química, Literatura e Paz já foram anunciados nos últimos dias.