Flávio Bolsonaro, senador do Rio de Janeiro, chegou a Miami na manhã de 28 de outubro de 2026, acompanhado da esposa e das filhas, após deixar a Argentina onde estava desde a semana passada.

Passaporte italiano foi utilizado para a saída do país sul‑americano, segundo informações da Polícia Federal (PF). A PF declarou que não possuía autorização judicial para prender ou adotar outras medidas contra o senador.

"Desculpa, pai, a gente falhou", disse Carlos Bolsonaro em vídeo divulgado após a derrota eleitoral do irmão.

Reação nos Estados Unidos

Democratas americanos criticaram o plano do ex‑presidente Donald Trump de conceder visto ao senador, alegando risco à segurança nacional.

Críticas no Brasil

Ministros do governo Lula e membros do Supremo Tribunal Federal (STF) manifestaram desaprovação às decisões da PF e do presidente do STF, ministro Alexandre de Moraes, relacionadas ao caso.

Polêmicas políticas

Políticos e influenciadores pediram a demissão de parlamentares que votaram em Lula; o Ministério Público do Trabalho (MPT) classificou a medida como ilegal.

Investigação envolvendo assessor

Assessor de Jair Renan foi investigado por agredir o primo com garrafadas após a vitória de Lula nas eleições.

Próximos desdobramentos

A PF deve analisar a possibilidade de solicitar medida judicial para avançar nas investigações contra Flávio Bolsonaro. O caso segue sob atenção de autoridades brasileiras e internacionais.