Abertura

No primeiro debate do segundo turno, promovido pelo Grupo Bandeirantes, Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro confrontaram‑se na noite de domingo (18). Aliados de Lula afirmam que o presidente perdeu a chance de pressionar o adversário sobre questões como licença‑maternidade, quebra de sigilo e a compra de um imóvel de cerca de R$ 10 milhões.

Contraste de estilos e estratégias

O debate revelou um contraste de estilos: Lula adotou uma postura mais tradicional, enquanto Flávio Bolsonaro utilizou uma linguagem digital, inspirada em figuras como Donald Trump e Pablo Marçal, marcada por provocações e frases de efeito.

A disputa nas redes sociais

Segundo assessores de campanha, a batalha não terminou diante das câmeras. Cada resposta ou ataque foi rapidamente transformado em cortes e conteúdo viral nas redes, ampliando o alcance das mensagens.

Avaliação dos bastidores

Aliados de Lula criticam a falta de aprofundamento nas cobranças sobre a compra do imóvel e a licença‑maternidade, argumentando que o presidente deveria ter exigido explicações mais detalhadas. Flávio Bolsonaro, por sua vez, conseguiu mudar a pauta e manter o foco em temas que favorecem sua estratégia digital.

Impacto nas bolhas eleitorais

Ao final, ambos os candidatos falaram principalmente para suas bases, sem evidências claras de que tenham convencido eleitores indecisos. A campanha de Lula passou a monitorar a repercussão nas redes, enquanto aliados de Flávio organizaram reações online para reforçar sua mensagem.