Sidônio Palmeira, ministro‑chefe licenciado da Secretaria de Comunicação Social, celebrou a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno da eleição presidencial, realizada no domingo, 25 de outubro. O marqueteiro atribuiu o resultado à rejeição de Donald Trump, ao chamado tarifaço e à família Bolsonaro, que, segundo ele, foram derrotados nas urnas.

"Acho que a gente voltou para esse segundo turno e pautou falando dos projetos do governo e discutindo o futuro do país. Nós enfrentamos todos: Trump, o tarifaço, os Bolsonaro querendo entregar o país. Tudo isso, e o povo compreendeu o que estava em jogo e deu a vitória ao presidente Lula", afirmou ao g1.

Destaques:

  • vitória de Lula no segundo turno
  • derrota de Trump, tarifaço e família Bolsonaro
  • declaração de Sidônio Palmeira no dia 25/10

Estratégia de campanha no primeiro turno

Sidônio Palmeira tem sido frequentemente questionado sobre as táticas usadas no primeiro turno, que levaram Lula a ficar atrás de Flávio Bolsonaro (PL). O marqueteiro afirmou que não sentiu pressão após a derrota inicial e manteve confiança nas decisões tomadas.

Proposta de proibição das apostas esportivas

Em entrevista, Sidônio destacou que sugeriu ao presidente a proibição das bets no Brasil, medida aceita sem resistência. Ele ressaltou a continuidade da relação com Lula ao longo da campanha.

"Para ser sincero, eu não fui pressionado em nenhum momento. Eu sugeri ao presidente proibir as bets. E ele aceitou com a maior naturalidade. Não senti nenhuma pressão. A minha relação com o presidente é a mesma desde o primeiro turno e durante o período. Nós estivemos sempre do lado do povo brasileiro", afirmou.

Repercussão da vitória

A declaração de Sidônio reforça a narrativa do PT de que a eleição foi um referendo contra políticas consideradas adversas ao país. O marqueteiro enfatizou que a vitória representa a compreensão do eleitorado sobre os riscos que ele descreveu.