A aprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, subiu para 32%, segundo pesquisa Reuters/Ipsos divulgada nesta segunda-feira (26). O levantamento foi feito antes das eleições legislativas de 3 de novembro, conhecidas como midterms, que definirão a composição do Congresso.

A pesquisa, realizada pela internet com 1.679 adultos (incluindo 1.280 eleitores registrados), mostrou que 47% dos eleitores preferem candidatos do Partido Democrata, enquanto 36% optariam pelos republicanos. 11% dos entrevistados disseram não saber em quem votariam se a eleição fosse hoje.

"pareceu fraudada", afirmou Trump. "gosta do Lula", acrescentou o presidente americano.

Entre os eleitores indecisos, a vantagem dos democratas diminuiu para nove pontos percentuais, com 50% das intenções de voto contra 41% dos republicanos. A diferença entre os partidos caiu um ponto em relação à pesquisa anterior, encerrada em 19 de outubro.

A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais. Na semana anterior, a aprovação de Trump havia caído para 31%, o menor índice desde o início de seu mandato, com 66% dos americanos desaprovando seu governo.

A pesquisa também apontou que os democratas mantêm 12 pontos percentuais de vantagem nas intenções de voto para o Congresso, com 47% de preferência contra 35% dos republicanos, a maior diferença registrada desde o início do atual ciclo eleitoral.

Contexto das midterms

As eleições de meio de mandato, ou midterms, ocorrem a cada quatro anos, no meio do mandato presidencial, e determinam a maioria na Câmara dos Representantes e no Senado. O desempenho de Trump nas pesquisas pode influenciar a estratégia dos republicanos nas urnas.

Reação de Trump sobre a política brasileira

Sem apresentar provas, Trump afirmou que a eleição no Brasil "pareceu fraudada" e declarou que "gosta do Lula", gerando críticas e debates sobre a interferência de líderes estrangeiros nos processos eleitorais.

Perspectivas para o Congresso

Com os democratas ainda liderando nas intenções de voto, os republicanos enfrentam o desafio de reconquistar eleitores indecisos antes das midterms de 3 de novembro, enquanto a aprovação presidencial de Trump tenta se estabilizar após a mínima histórica.