Flávio utilizou um passaporte italiano para deixar a Argentina e seguir para Miami, conforme informações divulgadas na terça‑feira, 27 de outubro de 2026.

A operação gerou reação de democratas dos Estados Unidos, que condenaram o plano do ex‑presidente Donald Trump de conceder visto ao brasileiro. O posicionamento foi divulgado em comunicado oficial.

Ministros do governo de Luiz Inácio Lula da Silva e do Supremo Tribunal Federal criticaram as decisões recentes da Polícia Federal e do presidente da República, Jair Bolsonaro, sobre o caso de Flávio, alegando violação de procedimentos legais.

Políticos e influenciadores também se manifestaram, incentivando a demissão de parlamentares que votaram a favor de Lula, embora o Ministério Público do Trabalho (MPT) tenha declarado a medida ilegal.

Em outro caso ligado ao clima político, um assessor de Jair Renan foi investigado por agredir o primo com garrafadas após a vitória de Lula nas urnas.

A mesma reportagem destacou que 33 traficantes permanecem foragidos um ano após uma megaoperação que resultou em 122 mortos, evidenciando a continuidade da violência no país.

Reação dos EUA ao plano de Trump

Democratas americanos apontaram que conceder visto a Flávio poderia abrir precedentes perigosos para a política de imigração dos Estados Unidos.

Críticas de Lula e do STF

Ministros do governo federal e do STF ressaltaram que as decisões da PF e de Moraes (presidente da Corte) sobre o caso violam normas institucionais.

Outras controvérsias políticas

A investigação contra o assessor de Jair Renan e a campanha de demissão de parlamentares mostram a tensão crescente no cenário político brasileiro.

Operação contra o tráfico

A continuidade da busca pelos 33 traficantes foragidos demonstra que, apesar da operação que deixou 122 mortos, o combate ao crime organizado ainda enfrenta desafios.