A Procuradoria-Geral Eleitoral manifestou-se neste sábado (24) a favor da extinção do processo aberto pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que pedia a liberação dos sigilos dele e do candidato Flávio Bolsonaro (PL).
O pedido foi feito pelo vice‑procurador‑geral‑eleitoral Alexandre Espinosa, que atuou após solicitação do ministro André Mendonça, relator do caso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
"Não se vislumbram elementos aptos a justificar a intervenção da Justiça Eleitoral, sobretudo porque não há matéria estritamente eleitoral a ser equacionada", afirmou Espinosa.
Motivo da recomendação
Espinosa argumentou que o processo não contém elementos que justifiquem a intervenção da Justiça Eleitoral, destacando a ausência de matéria estritamente eleitoral a ser analisada.
Contexto do pedido
A solicitação de extinção surge após a campanha de Lula ter aberto a ação para obter os sigilos eleitorais de ambos os candidatos, medida que gerou debate sobre a competência da Justiça Eleitoral para decidir sobre questões de privacidade.
Próximos passos
Com a recomendação da Procuradoria‑Geral Eleitoral, o caso retornará ao TSE, que decidirá se aceita ou rejeita o pedido de extinção. A decisão poderá impactar futuras demandas relacionadas ao acesso a dados de candidatos.