A prefeitura de Sete Lagoas afastou o médico responsável pelo atendimento de Terezinha Nunes Fonseca da Silva, 71 anos, após a idosa falecer depois de receber alta da Unidade de Pronto Atendimento (UPA). A medida foi tomada para apuração do caso, informou o secretário municipal de Saúde, Jean Barrado.
A informação de que o profissional teria sido demitido foi publicada erroneamente pelo portal G1 em reportagem veiculada nesta quinta‑feira (29). A nota da prefeitura, citada pela reportagem, continha o erro.
Em comunicado oficial, a administração municipal esclareceu que o afastamento visa permitir a investigação dos fatos e que não houve demissão. A correção foi publicada às 19h09, retificando a informação equivocada.
A correção foi feita após a constatação de que a nota da prefeitura não mencionava demissão, apenas o afastamento para apuração. O caso segue sob análise das autoridades de saúde municipal.
Reação da família
A família de Terezinha Nunes Fonseca da Silva ainda não se pronunciou oficialmente sobre o afastamento do médico ou sobre as circunstâncias da morte da idosa.
Procedimentos da prefeitura
A secretaria de Saúde de Sete Lagoas afirmou que o afastamento segue os protocolos internos para casos que demandam investigação detalhada. O médico permanecerá afastado até a conclusão das averiguações.
Impacto na comunidade
A população de Sete Lagoas acompanha o caso, que levanta questões sobre a qualidade do atendimento nas unidades de saúde locais. Autoridades municipais reforçaram o compromisso de garantir a transparência e a segurança nos serviços de saúde.