Após fugir da cidade, o ex‑senador Flávio afirmou ser “presidente eleito” e apagou a postagem onde fazia a autoproclamação. A declaração ocorreu logo depois de ele alegar fraude na eleição que resultou na vitória de Luiz Inácio Lula da Silva, reconhecida pelo Partido Liberal (PL) e confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
"Não vou me envolver", disse Donald Trump, ao recusar apoio a Flávio, acrescentando que ele seria o "verdadeiro presidente".
Destaques:
- Flávio se declara presidente eleito após fuga
- Partido Liberal reconhece vitória de Lula
- Trump recusa apoio, afirma não se envolver
Reações de lideranças políticas
Tarcísio comentou a carta enviada por Flávio, dizendo: "Entendo indignação, mas é seguir em frente". O governador ressaltou a necessidade de manter a ordem institucional.
O presidente da Câmara, Auro de Moura, afirmou que as eleições transcorreram com segurança e normalidade, reforçando a legitimidade do pleito.
Família e críticas internas
Em entrevista, Carlos relatou conversa com o pai após a derrota do irmão, dizendo: "Desculpa, a gente falhou". A fala evidencia a tensão dentro da família do político.
Investigações e críticas ao Judiciário
A empresa de jatinhos utilizada por Flávio está sob investigação por suposto esquema envolvendo a irmã do presidente argentino Javier Milei. Simultaneamente, ministros do governo Lula e do Supremo Tribunal Federal (STF) criticaram decisões da Polícia Federal e do ministro da Justiça André Mendonça sobre o caso Flávio.
Próximos desdobramentos
Autoridades indicam que a investigação sobre o jato pode levar a novas medidas judiciais. Enquanto isso, Flávio permanece fora do país, sem indicar quando retornará ao cenário político brasileiro.