Abertura O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou, nesta terça‑feira (3), a aprovação da PEC da Segurança Pública pelo Senado. Na mesma ocasião, o mandatário informou que a medida permitirá a criação do Ministério da Segurança Pública, sem ainda definir o futuro titular.
Lula anuncia criação de novo ministério
Em publicação nas redes sociais, Lula escreveu:
"Vamos somar a esse avanço a criação do Ministério da Segurança Pública, com foco em inteligência, planejamento e cooperação com estados e municípios para enfrentar as facções e as milícias", escreveu Lula. O presidente não revelou quem assumirá a pasta, mas destacou a necessidade de inteligência, planejamento e cooperação entre entes federativos.
Reação do vice‑presidente
O vice‑presidente Geraldo Alckmin também elogiou a aprovação da PEC, afirmando que a medida intensificará o "combate sem trégua ao crime organizado e proteção ao cidadão". Em seu comunicado, Alckmin ressaltou que a União passará a ter um papel maior na segurança, com maior integração entre as polícias e compartilhamento de informações.
"Agora nós vamos poder atuar com firmeza no combate ao crime, junto com estados e municípios. A União vai assumir um papel maior protegendo o cidadão e colocando criminosos na cadeia. Na prática, integração entre as polícias, compartilhamento de informações, mais recursos para a segurança. Combate sem trégua ao crime organizado e proteção ao cidadão.", afirmou Alckmin.
Implicações da PEC
A aprovação da PEC encaminha o texto para promulgação, permitindo que o governo implemente novas diretrizes de segurança, como maior recursos para as forças policiais e mecanismos de integração entre as esferas federais, estaduais e municipais. O avanço foi apresentado como garantia ao direito do povo brasileiro de trabalhar, voltar para casa e viver com tranquilidade.
"O povo brasileiro tem o direito de trabalhar, voltar para casa e viver com tranquilidade. Garantir esse direito é um compromisso do Governo do Brasil.", declarou Lula.